Empilhadeiras de Próxima Geração:
Elevando a Eficiência
Descubra como nossas novas empilhadeiras elétricas da Série X estão estabelecendo novos padrões em segurança operacional e eficiência energética. O futuro da logística é inteligente, conectado e sustentável.
Conteúdo
2. Altura de elevação e configuração da torre
4. Corredores operacionais e raio de giro
7. Ergonomia e interface de operação
8. Manutenibilidade e suporte de pós-venda
9. Empilhadeiras OXPLO: Portfólio diversificado para a especificação exata
O crescimento do volume de movimentação e o aumento no fluxo de pedidos frequentemente exigem a expansão ou a atualização da frota de movimentação interna. Seja para adquirir uma empilhadeira nova ou substituir um modelo antigo, a escolha do equipamento adequado reflete diretamente na eficiência operacional e na otimização dos custos logísticos do galpão.
Para quem planeja comprar empilhadeira de forma assertiva, estão detalhados a seguir os principais fatores que devem ser analisados antes da aquisição, garantindo que a configuração atenda às demandas diárias da operação.
A determinação da capacidade nominal de carga é o ponto de partida do projeto de dimensionamento. Para evitar riscos de segurança ou subutilização do ativo, devem ser mapeados:
As dimensões físicas das cargas (comprimento, largura e altura).
O peso médio das paletizações movimentadas rotineiramente.
O peso máximo absoluto verificado na operação.
A especificação da torre deve ser compatível com a altura máxima das estruturas de armazenagem (porta-paletes). Os pontos críticos de validação incluem:
A altura do último nível de longarinas onde a carga será posicionada.
A presença de interferências aéreas no local, tais como vigas estruturais, portais, linhas de tubulação ou sistemas de iluminação.
Nota técnica: Para operações convencionais, torres dos tipos Duplex ou Triplex atendem à demanda. Contudo, se houver necessidade de transitar por locais com pé-direito limitado — como o interior de contêineres ou baús de caminhões — mantendo a capacidade de empilhamento elevado, recomenda-se a especificação de uma torre com elevação livre total (full free lift).
A escolha da matriz energética divide-se essencialmente entre modelos elétricos e a combustão interna:
Empilhadeira elétrica: Caracteriza-se pela ausência de emissão de gases poluentes e pelo baixo nível de ruído. São indicadas para galpões fechados, indústrias alimentícias, farmacêuticas e operações em câmaras frias. Exigem o planejamento prévio de uma área destinada ao carregamento e troca de baterias.
Empilhadeira a combustão: Alimentados por diesel, gasolina ou GLP (Gás Liquefeito de Petróleo). Desenvolvem maior torque e são indicados para pátios externos, indústrias madeireiras, zonas portuárias e regimes de turnos contínuos. Devido às emissões de escape e ao nível de ruído, sua aplicação interna deve ser evitada.
Em layouts de alta densidade, onde o espaço de manobra é restrito, é necessário calcular:
A largura livre do corredor operacional (geralmente denominada AST).
A necessidade de entrada do equipamento no interior de docas ou contêineres.
O raio de giro mínimo do equipamento com a carga posicionada.
A tipologia dos pneus deve ser definida de acordo com as condições de pavimentação do pavimento:
Pneus maciços (superelásticos): Apresentam alta resistência ao desgaste e são imunes a perfurações por cavacos metálicos, pregos ou resíduos de paletes. Indicados para pisos industriais internos e regulares.
Pneus pneumáticos: Oferecem maior absorção de impactos e estabilidade em superfícies irregulares. Indicados para pátios externos, terrenos de brita ou pavimentos asfálticos rugosos.
O comprimento dos garfos deve ser dimensionado em conformidade com o padrão dos paletes utilizados (como o padrão PBR no mercado brasileiro). Garfos subdimensionados comprometem o centro de carga e a estabilidade; comprimentos excessivos reduzem a capacidade de manobra em corredores.
Para operações com alta variabilidade avança-se a aplicação de extensores, deslocadores laterais (side shifters) ou posicionadores de garfos. Cargas com geometria cilíndrica ou irregular demandam implementos específicos (como garras para bobinas ou posicionadores de tambores).
Em jornadas prolongadas de trabalho, a cabine deve ser avaliada sob o aspecto da segurança e redução de fadiga do operador:
Campo de visão desobstruído através da torre e do teto protetor.
Posicionamento ergonômico das alavancas de comando e painel de instrumentos.
Ajustes do assento e coluna de direção segundo as normas de ergonomia do trabalho.
A disponibilidade mecânica do equipamento depende da facilidade de execução das manutenções preventivas e corretivas:
Acessibilidade aos pontos de checagem diária de fluidos e filtros.
Logística de distribuição e capilaridade para o fornecimento de peças de reposição de desgaste natural.
Estrutura do suporte técnico local para atendimento de chamados.
A nossa linha de equipamentos abrange os modelos de empilhadeira elétrica, opções de empilhadeira a combustão (Diesel) e sistemas bifuel (GLP/Gasolina), configurados para o atendimento de diferentes severidades de aplicação logística.
Para ambientes fechados e instalações com restrições rígidas de emissões, como galpões de alimentos ou medicamentos, a nossa linha elétrica atende aos requisitos de nível zero de ruído e poluentes. Para movimentações externas de alta capacidade, indústrias de base ou zonas portuárias, os nossos modelos a diesel fornecem a capacidade técnica necessária para regimes severos. O portfólio inclui ainda a opção bifuel (GLP/Gasolina), voltada para operações que demandam flexibilidade no abastecimento.
A especificação técnica de cada modelo pode ser adaptada com diferentes variações de torres, pneus e implementos hidráulicos, de acordo com as necessidades de movimentação de cada projeto.
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